quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Conheça as tecnologias de segurança das novas cédulas do Real

O Real vai ganhar uma cara totalmente nova. Até 2012, todas as notas em circulação no país vão sofrer modificações importantes tanto em seu visual e tamanho, quanto nas tecnologias de segurança presentes. Tudo isso para garantir ainda mais segurança ao Brasil e evitar a ação de falsários que tentam enganar o sistema financeiro.

Apesar de não ter havido nenhum incidente grave em questões de segurança durante a história do Real, o Banco Central decidiu agir de maneira preventiva. Já em 2010, começam a circular as novas notas de 50 e 100 reais, ambas com um design renovado, tamanho variável e a última palavra em tecnologia para prevenir falsificações.

Neste artigo apresentamos as principais novidades das cédulas e respondemos algumas das dúvidas mais frequentes que surgiram após o anúncio do Banco Central.

Por que mudar?
Todos sabem que o dinheiro é um dos elementos mais tentadores de se falsificar. Quando uma moeda como o Real atinge quase 20 anos de vida, é preciso investir em novos métodos para evitar tentativas de fraude, protegendo assim o mercado financeiro e a população como um todo.

Além disso, o visual renovado garante mais conforto para deficientes visuais, ao incluir elementos em alto relevo que facilitam a distinção entre as notas.

Além disso, cada uma tem um tamanho diferenciado, que não só dificulta falsificações como garante maior organização e facilita o processo de armazenamento.

O processo de substituição das cédulas vem sendo pensado há anos, mas somente agora a Casa da Moeda do Brasil terminou de instalar e testar os novos equipamentos de impressão. Os anteriores datavam de mais de 30 anos atrás, e não possuíam recursos suficientes para introduzir as medidas de segurança necessárias para proteger a moeda de forma totalmente eficaz.

Novas tecnologias
A maior novidade das novas cédulas fica por conta da inclusão de uma faixa holográfica, composta por desenhos descontínuos que alteram suas formas e cores ao serem movimentados. Além disso, outros elementos facilmente verificáveis são a marca d¿água, que apresenta o valor da nota, a imagem do animal correspondente e o número escondido que surge conforme o ângulo de visualização.

Outra novidade fica pela inclusão de elementos em alto relevo, que dificultam a falsificação e favorecem o reconhecimento por parte de deficientes visuais. A inclusão de microimpressões que reproduzem o número 100 repetidas vezes em áreas variadas da nota e elementos que só aparecem sob luz ultravioleta são outros recursos utilizados para trazer ainda mais segurança às notas.

Quando chegam as cédulas novas?
As primeiras notas que vão passar pela renovação são as de 50 e 100 reais, por serem as de maior valor, o que faz com que precisem de mais proteção contra falsificações. Ainda em 2010 já deve ser possível encontrá-las, em quantidade crescente conforme a passagem do tempo.

Em 2011 é a vez das notas de 10 e 20 ganharem visual renovado, enquanto 2012 deve completar a transição com as notas de 2 e 5 fechando a Segunda Família do Real. Quem esperava a volta das notas de 1 Real vai ficar decepcionado, já que o valor continua restrito às moedas.

E as antigas, como ficam?
Embora o objetivo seja tirar de circulação as notas atuais, não há um prazo estipulado para que isso ocorra. Conforme elas sofrerem desgaste natural, serão substituídas pelas novas notas, que terão exatamente o mesmo valor. Não há uma previsão do tempo que isso vai levar, mas tudo indica que as notas atuais terão sobrevida de alguns anos. Fonte da imagem: Banco Central do Brasil Ou seja, não é preciso se alarmar e sair correndo para trocar todo seu dinheiro por notas novas na rede bancária. O processo de transição ocorrerá através de bancos comerciais, comércio e caixas automáticos, portanto, mais cedo ou mais tarde, todos terão acesso à novidade.







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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Robôs aprendem sozinhos e observando humanos

Robôs aprendem sozinhos e observando humanos

Educação robótica


Os robôs atraem a atenção do público, são geralmente simpáticos e, sobretudo, parecem ser capazes de ajudar em muitas tarefas que os humanos gostariam de se

ver livres.

Mas não se iluda: robôs não nascem com o background dos bebês humanos, nem dos bebês-cachorros, ou dos bebês-gatinhos, e nem sequer dos bebês-lesmas.

Isto torna muito difícil ensinar qualquer coisa a um robô. Atire uma bola e seu cãozinho irá instintivamente correr atrás dela. Atire a bola para um robô e ele ficará tão imóvel quanto uma pedra.

Então você terá que começar do início: faça um programa para ensiná-lo o que é uma bola, dote-o de câmeras para que ele seja capaz de acompanhar o movimento, associe o movimento da bola com a ordem para ir pegá-la, faça o rastreamento da bola etc. etc. A grande vantagem é que, uma vez aprendido, ele nunca mais esquecerá.

Cognição robótica

Mas um grupo de cientistas europeus teve uma ideia melhor: eles estão trabalhando em um campo emergente chamado de cognição robótica, adotando enfoques inovadores para tornar menos entediante a tarefa de ensinar os robôs a fazerem qualquer coisa.

A equipe do projeto PACO-PLUS está usando um conceito chamado de "complexos ação-objeto" (CAO).

Esses complexos representam uma combinação de percepção e ação sobre um determinado objeto. Eles são registrados pelo robô cada vez que ele executa uma ação.

As ações registradas podem ser salvas e trocadas com outros robôs e, ao longo do tempo, a equipe espera construir bibliotecas inteiras de CAOs, que possam ser trocadas entre os pesquisadores.

De início, parece tão complicado quanto ensinar a um robô o que é uma bola em movimento.

Mas só no início. Os pesquisadores descobriram que a abordagem permite que os robôs aprendam ações simples sozinhos. Essas ações simples permitem o aprendizado de ações um pouco mais complexas, e assim por diante.

O resultado é que os robôs parecem se tornar capazes de aprenderem sozinhos.

Os resultados são tão entusiasmadores que os cientistas já falam na possibilidade de que os robôs se tornem capazes de "pensamentos abstratos, no futuro".

Robôs aprendem sozinhos e observando humanos
Os resultados são tão entusiasmadores que os cientistas já falam na possibilidade de que os robôs se tornem capazes de "pensamento abstratos, no futuro".

Exploração autônoma

Com a exploração autônoma, um robô pode pacientemente explorar milhares de formas possíveis de interagir com um objeto sobre o qual ele não tem nenhum conhecimento prévio.

Ao longo do tempo, ele vai aprender que uma forma se encaixa em outra, que um objeto se equilibra em uma posição, mas não em outra, e assim por diante.

"A primeira coisa que o robô vai fazer quando encontrar um objeto pela primeira vez será levantá-lo ante seus olhos e, em seguida, girar o objeto para vê-lo de todos os ângulos. Depois disso, [o robô] será capaz de identificar o objeto a partir de qualquer ângulo," explica Tamim Asfour, do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha e coordenador do projeto PACO-PLUS.

As ações complexas poderão surgir ao longo do tempo, com um robô progressivamente aprendendo como lidar com um copo, com uma garrafa, com portas etc.

Da mesma forma, conforme a experiência do robô com objetos diferentes se expandir, as opções também se expandirão, e ele poderá aprender a enfiar uma chave no buraco da fechadura para ver se essa ação levará a algum resultado.

Ajudando a evolução

Os cientistas acreditam que a interação com o meio ambiente conduzirá a estratégias cada vez mais sofisticadas ao longo do tempo e, finalmente, dará origem à "inteligência".

É possível. Mas se os animais levaram milhões de anos para desenvolver a inteligência, talvez seja necessário esperar o mesmo dos robôs.

Os pesquisadores logo perceberam isso, e decidiram dar uma mãozinha à evolução: eles criaram uma técnica para que o robô possa aprender observando um humano.

Os resultados também foram encorajadores. Em uma de suas demonstrações, os cientistas ensinaram um robô a limpar uma mesa simplesmente limpando a mesa e deixando que o robô os observasse.

As ações podem ser conectadas a comandos vocais, para que o robô aprenda quando executar novamente a tarefa: lavar os pratos e varrer o chão parece uma questão de tempo.

Por enquanto, os cientistas estão mais interessados em aplicar as novidades ao treinamento de robôs industriais, reconhecidamente muito difíceis de programar. Mas os resultados já estão disponíveis para parceiros na indústria que queiram licenciar os programas e utilizá-los em produtos comerciais.

Um outro projeto europeu recentemente divulgou os primeiros resultados de uma abordagem similar, na qual os robôs tornam-se capazes de aprender com a experiência.

Imagens 3D interativas são projetadas em cortinas de água

A AquaLux 3D é a primeira tecnologia de projecção em água que
permite a geração de imagens tridimensionais e a interactividade.

Cientistas da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unido

s, apresentaram uma nova tecnologia de projeção que usa múltiplas "cachoeiras" para gerar imagens 3D em telas feitas unicamente de água.

Batizada de AquaLux 3D, a nova tecnologia de projeção consegue dirigir a luz para as gotas de água ou entre elas, permitindo que textos, fotos ou filmes sejam mostrados em múltiplas camadas de água.

Projeção em água

Já existem várias tecnologias de projeção em água, além de outras que formam as imagens com as próprias gotas de água.

Mas, segundo o pesquisador Srinivasa Narasimhan, a tecnologia AquaLux 3D é a primeira a permitir a geração de imagens tridimensionais e a possibilitar a int

eratividade.

Combinando as gotas de múltiplas quedas d'água com nuvens de vapor, é possível criar efeitos para parques de diversão, shopping centers, exposições e até mesmo para jogos interativos, uma vez que a manipulação da água pode alterar as imagens.

"A beleza das gotas de água é que elas refratam a maioria da luz incidente, servindo como excelentes lentes grande-angulares, que as torna os elementos mais brilhantes em um ambiente," disse Narasimhan.

Farol para chuva

O mais curioso do desenvolvimento do AquaLux 3D

é que o aparato tirou proveito de um problema q

ue o pesquisador estava tentando resolver.

Narasimhan trabalhava em um farol de LEDs para automóveis que tornasse mais fácil a tarefa de dirigir à noite na chuva, e acabou criando um produto que usa a reflexão das gotas de

água.

A projeção 3D na água nasceu graças ao estudo de formas de controlar a luz dos faróis para que múltiplos feixes de luz passassem entre o maior número de gotículas de água da chuva. "Nós descobrimos que era muito mais fácil direcionar a luz para as gotas," brinca o pesquisador.

A chuva foi substituída por um sistema sincronizado de geração de gotas, controlado por computador. Sincronizando a produção das gotas entre as linhas é possível garantir que as gotas produzidas nas linhas da frente não vão bloquear as gotas das linhas de trás.

Com isto, o projetor consegue alvejar corretamente cada cortina de água, produzindo a imagem tridimensional.

Imagens interativas

O sistema gera até 60 gotas por segundo em cada furo do cano de onde sai a água - mas basta 10 gotas por segundo para que o olho humano perceba uma resolução contínua em cada cortina de água.

O protótipo tem quatro camadas de água e um único projetor, mas os pesquisadores afirmam que não há limites para o número de camadas e nem de projetores - mais ainda, as cortinas de água não precisam ser necessariamente lineares.

"Outro aspecto único do AquaLux 3D é o potencial para a interação física," diz Narasimhan. "As pessoas podem tocar as gotas de água e alterar a aparência das imagens, o que pode levar a novas experiências interativas difíceis de prever. Estamos esperando por pessoas criativas que possam explorar inteiramente o potencial dessa tela."

quarta-feira, 17 de novembro de 2010


São 4,8 milhões os lares portugueses preparados para assegurar ligações de Internet de alta velocidade, mais 800 mil que no final do ano passado. Os números foram esta manhã divulgados pela Anacom. Segundo o regulador das comunicações, existiam no final do terceiro trimestre 1,4 milhões de alojamentos cablados com infra-estruturas de fibra óptica e 3,4 milhões de alojamentos preparados para receber serviços de nova geração através da tecnologia EuroDOCSIS 3.0, norma utilizada pelos operadores de cabo para prestar serviços de alta velocidade. Como frisam os dados disponibilizados pelo regulador, os acessos EuroDOCSIS 3.0 são neste momento 2,4 vezes mais que os acessos cablados com fibra óptica.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Dell anuncia electrónicos para o mercado brasileiro


Inspiron Duo é um notebook reversível que funciona como tablete ( removível de uma estrutura da tela ) e como computador portátil com teclado integrado.


A Dell mostrou hoje em São Paulo a sua nova linha de produtos para o final do ano e 2011. entre as principais novidades estão um notebook com recursos 3D e produtos móveis, como iPed's e telemóveis.


O notebook dell XPS 14 vem cheio de recursos multimédia: a máquina traz tecnologia de áudio ( caixas de som JBL e software Sound Desing) e vídeo ( placa Nvidia de alta definição). O XPS também vem com o software TVHD 3D, que o torna capa de reproduzir imagens nesse formato, assim com a máquina vem com certificação Skype para realização de videochamadas em HD. As configurações desse portátil terão preços sugeridos a partir de 1106,03€.


Além do XPS 14, a Dell demonstrou os seus produtos móveis. O tablet Streak, com Android 2.2 e ecrã de 5 polegadas, ainda não tem previsão de lançamento, mas empresa diz que vai trazê-lo ''em breve'' ao mercado local.


A companhia mostrou ainda o Venue Pro, o seu primeiro smartphone com sistema Windows Phone 7, ecrã de 4 polegadas e teclado Qwerty integrado. Até ao final do ano, a companhia pretende lançar o Venue Pro, juntamente com outros dois aparelhos com o Windows Phone 7; em escala global.


Finalmente, a Dell mostrou o Inspiron Duo, um notebook reversível, que funciona como iPed ( removível de uma estrutura do erã) e como computador portátil com teclado integrado. O produto ainda não foi lançado oficialmente. Os preços dos iPed's e dos telemóveis ainda não foram divulgados.